Iniciando os trabalhos e seguindo à risca o livro 101 FILMES – TESOUROS PERDIDOS postado por mim na postagem EU CONTRA LISTAS COMUNS... vimos esses dias o primeiro! O primeiro pra gente mas é o filme número 2 do livrinho, pulamos sem querer o 1, em breve o vejo, pois a listagem está em ordem alfabética. O ÂNCORA: A LENDA DE RON BURGUNDY (2004), Estados Unidos, 2004 • cor • 95 min Direção de Adam McKay. Em plena década de 70, Ron Burgundy (Will Ferrell) é um dos mais famosos ancoras de telejornais de San Diego até que se sente ameaçado pela jovem e ambiciosa Verônica (Christina Applegate), com quem divide a bancada do telejornal. Os dois, que tiveram um rápido caso, vivem agora em estado de guerra. (Wikipedia)
O mais incrível nesse filme é a quantidade de participações especiais e a melhor cena é exatamente quando todas essas participações se juntam numa guerra nas ruas entre repórteres dos diferentes canais, ao invés das gangues urbanas da mesma época, anos 70. Essas participações nada mais são que a maioria dos "Frat Pack": o nome dado ao grupo que é formado por comediantes americanos que frequentemente contracenam juntos em vários filmes desde a década de 90 e o grupo é constituído pelos atores Ben Stiller, Jack Black, Will Ferrell, Vince Vaughn, Owen Wilson, Luke Wilson e Steve Carell (Frat Pack na Wikipedia). Bem, para quem gosta de comédia boba e do estilo desses caras, essa é imperdível, uma boa indicação do livrinho.
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sábado, outubro 03, 2015
EU CONTRA LISTAS COMUNS - PARTE 2
domingo, setembro 27, 2015
EU CONTRA LISTAS COMUNS
Acabei de comprar o livro 101 FILMES – TESOUROS PERDIDOS pelo site oficial, tá baratinho mesmo e fácil de achar no site da Preview ...
e comecei a folhear o conteúdo. Dos 101 já vi (devo ter visto pelas minhas contas e marcações) uns 23, faltando 78 pra completar a lista!!! Aí... vocês já sabem que eu tô lá naquele site ótimo que criaram pra quem assistir catalogar seus filmes assistidos, o FILMOW e, pra facilitar criaram a lista desse livro. Leitura vai, leitura vem, vou cair nesses filmes até o fim do ano mas, lógico e de preferência, os que eu não vi.
1 filme por página no livrinho e os comentários dão vontade de ver (ou rever) os filmes. Por alto não vi nenhum filme nacional nem latino, uma pena. Há uma preferência pelos americanos, alguns orientais e europeus, mas lendo percebo que vale conferir o guia, um tipo de desafio. Não estou atualmente num momento muito legal então o negócio é ver filme o dia todo. Tô ocupado agora, fui.
domingo, maio 03, 2015
EU CONTRA A CHANTAGEM DAS LISTAS
Listas, tops, resumir muitos a 6 ou 7 nem sempre faz jus à quem fica de fora e acaba supervalorizando quem fica dentro... Então, essa é a minha intenção! Faltam 6 meses pro próximo filme do agente secreto Bond, James Bond, o britânico com licença para matar e, com a ideia surgida em conversa com meu amigo cinéfilo jamesbondólogo Ramez, determinarei agora e decretarei totalitariamente os 007 MELHORES FILMES DE 007 DE TODOS OS TEMPOS!!!
TOP 007 filmes de James Bond:
Número 007: 007 PERMISSÃO PARA MATAR (1989) Dalton, Timothy Dalton. Vilão mortal e atualizado para os anos 80, bondgirls deslumbrantes, ação suja. O consagrado ator galês assumiu Bond pela 2a vez e tem sua licença para matar suspensa, algo inédito em toda a série. Esse é o mote para rasgar o smoking, jogar fora a classe e partir pro sangue. E sangra mesmo. Nos anos 60, no primeiro filme, 007 CONTRA O SATÂNICO DR. NO (1962), o espião chega a ganhar uns arranhões e até sangrar mas, após este, alcançou na série o status de superherói sem poderes, um ser humano imbatível... até agora. Agora cabeças explodem, navalhas são mais afiadas do que nunca e surge até um facão tirado diretamente dos filmes de terror da época, os anos 80. Jason e Freddy Krueger tremeriam de medo de passar no caminho desse 007. E recordamos o que Bond nada mais é e o que nunca deixou de ser: um frio assassino.
Número 006: 007 OPERAÇÃO SKYFALL (2012) Craig, Daniel Craig. Depois do reinício da série em 2006, com Craig em seu 3o filme, Bond é um agente secreto com manias antigas em contraposição ao Serviço Secreto moderno, com laboratório comandado por Q. Este filme tem um Q a mais, um deleite para os fãs que achavam que sabiam tudo. Com o passar dos minutos, revela muito mais do que normalmente revela um filme convencional da série. 007 OPERAÇÃO SKYFALL (2012) foi arrebatador em todo o mundo, a melhor fotografia de todos os filmes de Bond, o vilão principal à altura (oposto de Bond), o retorno do humor e com isso Bond brinca com si mesmo. O filme de maior ação e com a maior quantidade de clímaxes de toda a série!? Vou continuar a lista abaixo e depois confirmo se é ele mesmo. Só não tenho nenhuma dúvida quanto a outra coisa: Craig é Bond, isso não há mais dúvidas.
Número 005: 007 CASSINO ROYALE (2006) Craig, Daniel Craig. A tumultuada estréia do ator inglês como James Bond trouxe um filme perfeito, se é que isso existe. Foi feito o inédito desta vez: o reinício do personagem. Antes, mesmo com um novo ator, ele já era um James Bond experiente. Aqui não. No início do filme ele consegue sua licença para matar e ganha a primeira missão. De resto é aprender a seguir pistas, confiar em pessoas, apostar alto e tudo pode mudar na próxima curva. Em uns 20 anos a melhor trilha sonora (de David Arnold), as melhores lutas, as maiores surpresas bem tensas, a (incontestável) melhor bondgirl e a melhor apresentação "Bond, James Bond". Impactante.
Número 004: 007 CONTRA A CHANTAGEM ATÔMICA (1965) Connery, Sean Connery. Volto 40 anos para chegar nesse filme. Anos 60. Auge da Bondmania. 4o filme de Connery que já é o próprio 007. Cimentou a série pra sempre no coração do cinema, não só no cinema mas na cultura em todo o mundo pipocando mil referências, da música à TV. Voltando ao filme, as bondgirls estão mais difíceis e cruéis do que nunca, o clímax é o maior desde então, causado pela revolucionária filmagem submarina. Ainda há o jetpack - Bond sai voando igual o Super-homem - tanto que agora contra ele há mísseis disparados de uma moto, dentre outros perigos mortais. Mas... perigoso mesmo é Bond, até debaixo d'água.
Número 003: MOSCOU CONTRA 007 (1963) Connery, Sean Connery. O 2o filme da série é duas, três, vinte vezes maior e melhor que o primeiro. Bond vai para o país do inimigo em plena Guerra Fria e conhece na pele a organização criminosa mortal SPECTRE. Aqui tudo é incrível. É decretado o surgimento do vilão principal (o oposto de Bond) e de capangas mortais de forma mais consagrada e bem construída que o primeiro filme. Todo o final do filme é apenas a luta entre Bond e o vilão, uma luta longa, voraz, nunca antes vista no cinema. Aqui os elementos básicos da série tomaram forma. A bondgirl, o tema musical principal recorrente, os colaboradores, as armas, a missão. Considerado por muitos fãs e críticos o melhor filme, eu decreto que não é. Incontestável é que espião, a partir desse, é 007.
Número 002: 007 O ESPIÃO QUE ME AMAVA (1977) Moore, Roger Moore. 3o filme do bem humorado ator londrino no papel de 007 já decreta a melhor sequência inicial de toda a série, daquelas que o mais experiente dublê se recusaria a fazer. Tudo é Bond e além. A trilha sonora mudou com o filme, não é mais a clássica de John Barry, mas sim adaptada aos anos 70 e a Era Disco. A romântica canção tema, Nobody Does It Better, marcou época embalando a cooperação inédita entre Bond e a bondgirl, também espiã, também mortal, algo inédito, antes as bondgirls eram descartáveis na missões... O capanga, o melhor de toda a série, um gigante com Dentes de Aço. Os equipamentos, os mais incríveis, dentre eles o carro submarino. Sucessão de clímaxes com ação ininterrupta, o vilão principal, o plano de dominação mundial que retorna à série depois de anos, só abrilhantam ainda mais o que já era fantástico, grandioso, arrasa-quarteirão, perfeito. Os anos 70 são dele, 007 é Moore. Criou seu próprio estilo.
Número 001: 007 CONTRA GOLDFINGER (1964) Connery, Sean Connery. O melhor filme, o filme perfeito, o maior de todos, a obra prima. Ação, comédia, romance. Bond em seu 3o filme é imbatível e, em cada esquina, um capanga com uma metralhadora quer matá-lo, mesmo que seja um velhinha que mora na estrada. O plano diabólico, o vilão perfeito, o capanga perfeito, o surgimento de um gênero chamado Ação. A consagração da Bondmania, os cinemas lotados ao redor do mundo, os produtos baseados no filme, Connery ficou mais conhecido que os Beatles. Connery é 007.
Menções honrosas: 007 A SERVIÇO SECRETO DE SUA MAJESTADE (1969) Lazenby, George Lazenby. Pro ator australiano não chorar incluo o único filme dele como Bond nessa menção honrosa. O filme mais romântico e dramático de toda a série de filmes de James Bond, com tema cantado por Louis Armstrong, além de revolucionário nas filmagens de perseguição no gelo, no encontro com o genial vilão dono da organização SPECTRE dentre outros acontecimentos do filme, na montagem e edição das cenas e, durante décadas, era o filme mais longo de toda a série 007 de filmes. Para muitos era um terror ser o filme mais longo de todos porque tinha-se que ficar olhando mais tempo que o normal para a cara do Lazenby...
Enquanto 007 CONTRA SPECTRE (2015), que é daqui 6 meses, não chega, espero que quando assisti-lo poderei compará-lo à esses grandiosos Bonds acima. Um brinde batido, não mexido.
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