domingo, setembro 27, 2015

EU CONTRA LISTAS COMUNS

Acabei de comprar o livro 101 FILMES – TESOUROS PERDIDOS pelo site oficial, tá baratinho mesmo e fácil de achar no site da Preview ...


e comecei a folhear o conteúdo. Dos 101 já vi (devo ter visto pelas minhas contas e marcações) uns 23, faltando 78 pra completar a lista!!! Aí... vocês já sabem que eu tô lá naquele site ótimo que criaram pra quem assistir catalogar seus filmes assistidos, o FILMOW e, pra facilitar criaram a lista desse livro. Leitura vai, leitura vem, vou cair nesses filmes até o fim do ano mas, lógico e de preferência, os que eu não vi.



1 filme por página no livrinho e os comentários dão vontade de ver (ou rever) os filmes. Por alto não vi nenhum filme nacional nem latino, uma pena. Há uma preferência pelos americanos, alguns orientais e europeus, mas lendo percebo que vale conferir o guia, um tipo de desafio. Não estou atualmente num momento muito legal então o negócio é ver filme o dia todo. Tô ocupado agora, fui.

sábado, setembro 19, 2015

EU CONTRA A DIVINDADE

Deus, por que levar o Fluke? O Fluke é a coisa mais doce e pura que já conheci. Era algo que eu me espelhava para ser bom. O que eu fiz de errado? Nem pude me despedir. Queria me despedir do meu amigo de quase 2 décadas. Me impediu até disso. Não há mais necessidade de ser bom, tanto faz. Deus, não preciso mais de você. Nunca mais.

domingo, setembro 06, 2015

EU CONTRA O ORIGINAL - PARTE 1

O conceito de arte é algo fixo? Pra mim seria se a arte fosse concreta. Mas qual das artes seria concreta? Arquitetura talvez. Ou não? Cinema com certeza não é. Cinema é o que você, o que toma pra você. Cinema é o que você ouve também e daí pra sempre levará essa experiência. Tava pensando nas 3 décadas que fizeram da existência de DE VOLTA PARA O FUTURO, que fez aniversário agora, essa semana. Uma obra de arte esse filme e sua sequência. São duas sequências porque são 3 filmes. O terceiro nem tanto mas o primeiro e o segundo são marcos inegáveis da cultura pop dos anos 80 ao lado de Caça Fantasmas, Indiana Jones e Tartarugas Ninja. Aí me chegam nesse momento as comemorações da trilogia DE VOLTA PARA O FUTURO com o relançamento do  box com os 3 filmes + conteúdos extras em DVD ou BLURAY... sem a dublagem original! Nunca foram lançados com a dublagem original até hoje. Se o cidadão quiser vê-los com a dublagem original precisa ter gravado eles décadas atrás quando passaram na TV. Pra mim isso nada mais é do que deturpação de uma obra. A dublagem é uma forma de arte e pertence à obra. No caso desses filmes, esses filmes, foram reproduzidos à exaustão em sua época na TV, o áudio que foi visto, admirado e memorizado corresponde a uns 50% da empatia que se criou pelo filme, faz parte da obra tanto quanto a imagem. É um caso específico e especial, um caso de domínio público, além de um trabalho incrível de dublagem da época. Os atores principais Michael J. Fox e Christopher Lloyd possuem essas vozes neste e nos outros filmes da época. Pertence à eles, é intrínseco. Partindo desses pressupostos, não dá a mínima vontade de adquirir esse lançamento da obra, por mais bela que esteja, seja o encarte dos novos discos ou a embalagem ou novos extras, se ela está deturpada. Sim, deturpada. Se foi apresentada SEMPRE de um jeito e isso foi modificado (redublagem), não há outra palavra que não seja a palavra deturpada, por mais que os novos dubladores tenham feito um bom trabalho, e acredito que fizeram, a obra foi alterada da original. Ah, mas a original é em inglês e a dublagem clássica já foi uma alteração, podem dizer alguns. Não, porque no Brasil em rede nacional durante anos essa obra sempre foi apresentada com a dublagem clássica, esta SENDO A VERDADEIRA obra apresentada ao expectador massivo dos filmes da TV, ainda mais este, um dos filmes mais influentes das últimas décadas. É o senso comum. Mais uma vez não vejo como pagar/comprar algo alterado. Vou ficar com minha gravação capenga da TV com a divertidíssima dublagem velha, porém original.

domingo, agosto 30, 2015

EU CONTRA O APEGO

Na verdade tenho uma coleção de filmes (http://migre.me/rnrFX) mas na verdade mesmo, verdade, não me apego fisicamente a eles. Só mentalmente, sabe? Já vi e guardo o sentimento daquele exato momento. Tava esse mês todo quantificando tudo que já vi, no tal do site Filmow (http://filmow.com/usuario/espiaocarioca), deu uma trabalheira, tem mais de 2.000 nesse rolo. E esses, sei lá, uns 1.000, ficam flutuando na minha mente de tempos em tempos, num tempo mais distante de um pro outro, uns dias. Cinema. O mesmo não acontece com a música. Acontece mas é mais constante. A música vem nesse flutuar de uma maneira mais curta, de hora em hora, e as referências que fazem me lembrar delas são iminentes e diárias, constantes. Aí essas duas artes que marcam meu tempo preenchem de certa forma e importância que esse é o mundo real pra mim. Outros assuntos, os reais, tornam-se secundários e preciso correr para resolvê-los, pra ficar livre deles, e enfim voltar para meus pensamentos. E é aí que reencontro meus filmes e músicas favoritas. É ali que estavam, todo o tempo, me esperando.